Na obra, “O Homem Mais Rico da Babilônia", George S. Clason narra a história de Arkad, o homem mais rico da antiga Babilônia. Nomasir, filho do grande comerciante, elenca cinco leis do ouro imprescindíveis para qualquer indivíduo que deseja ser um bom administrador financeiro.
1. O ouro vem de bom grado e numa quantidade crescente para todo homem que separa não menos de um décimo de seus ganhos, a fim de criar um fundo para o seu futuro e o de sua própria família.
2. O ouro trabalha diligente e satisfatoriamente para o homem prudente que, possuindo-o, encontra para ele um emprego lucrativo, multiplicando-o como os flocos de algodão no campo.
3. O ouro busca a proteção do proprietário cauteloso que o investe de acordo com os conselhos de homens mais experimentados em seu manuseio.
4. O ouro foge do homem que o emprega em negócios ou propósitos com que não está familiarizado ou que não contam com a aprovação daqueles que sabem poupá-lo.
5 . O ouro escapa ao homem que o força a ganhos impossíveis ou que dá ouvidos aos conselhos enganosos de trapaceiros e fraudadores ou que confia em sua própria inexperiência e desejos românticos na hora de investi-lo.
Eis compiladas as cinco leis do ouro (em plena Antiguidade). Resta-nos meditar e aplicá-las em nossos empreendimentos econômicos.
Bibliografia:
CLASON, George S. O Homem Mais Rico da Babilônia. 1 ed. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2022. 157 p.
CLASON, George S. O Homem Mais Rico da Babilônia. 1 ed. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2022. 157 p.

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