"As riquezas da Babilônia foram o resultado da sabedoria de seu povo. Os habitantes primeiro tiveram que aprender a se tornar prósperos". (CLASON, 2022: 38). George Clason assim inicia mais um capítulo de sua (fantástica) obra.
Clason narra que, após retornar de uma batalha vitoriosa sobre os elamitas, o rei Sargon encontrou o seio do império babilônico acabrunhado por uma crise socioeconômica. Nesse ínterim, Sargon convocou Arkad, o homem mais rico de toda Babilônia, e solicitou que ele transmitisse seus conhecimentos sobre os meios de obter riqueza, a um grupo seleto de homens.
"Pedagogicamente", Arkad traçou um paralelo entre cada um dos dias da semana à uma lição, visando obter os "remédios" possíveis para a cura da falta de dinheiro. São elas:
"A riqueza de um homem não deve ser aquilatada pelas moedas que ele consegue juntar, ela se acha, sim, nos lucros que essa soma pode produzir, a torrente de outro que flui para dentro de suas bolsas; é o que todo homem deseja: uma renda que não cesse de crescer, estejam vocês trabalhando ou viajando".
Em outras palavras, invista em um rendimento com ganhos seguros. Consulte homens experimentados nos negócios.
V. Façam do lar um investimento produtivo
O desejo é a condição para a realização. Os desejos devem ser fortes e definidos. "Quanto mais conhecimentos adquirimos, mais poderemos ganhar. O homem que buscar aprender sempre mais sobre sua profissão, será ricamente recompensado". Por exemplo, o vendedor deve pesquisar continuamente boas mercadorias passíveis de serem vendidas a preços mais baixos.
Bibliografia:
CLASON, George S. O Homem Mais Rico da Babilônia. 1 ed. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2022, p. 37-56.

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