Imagem: A Philosopher by Lamplight, Joseph Wright of Derby, 1769.
O ser humano sempre questionou sobre o
sentido de sua existência. O que se quer dizer quando se pergunta
sobre o sentido da vida/ da existência ou quando se afirma que a
vida não tem sentido? Ou melhor, a vida tem um sentido independente
do que pensamos sobre ela ou somos nós que lhe conferimos sentido?
Caso somos nós que atribuímos sentido à vida, como procedemos? O
que é dar sentido à vida?
Na visão popular acredita-se que,
caso haja algum sentido, existiria a possibilidade do ser humano
realizar o seu próprio potencial e perseguir seus ideais; evoluir ou
alcançar a perfeição biológica; alcançar a sabedoria ou obter o
conhecimento; fazer o bem ou a coisa certa (ética); amar; obter
poder e ser melhor que os demais. Caso não exista sentido, não
dever-se-ia buscar conhecer e entender o significado da vida. Tais
concepções entrelaçam-se com visões filosóficas, antropológicas,
psicológicas e religiosas.
Sem adentrar no campo da
religiosidade, atenho-me ao domínio filosófico e psíquico. Na
Grécia Antiga, a visão majoritária era a de que o sentido da vida
baseava-se na obtenção da felicidade (eudaimonia). Porém a
definição de felicidade variava para cada filósofo ou escola de
pensamento.
Platão, na
República,
acreditava que a alma é dividida em três partes: racional
(λογιστικόν,
logistikon),
irascível ou espirituosa (θυμοειδής,
thymoeides)
e apetitiva ou concupiscente (ἐπιθυμητικόν,
epithymetikon)i.
O
equilíbrio e a não-contradição
mútua entre
as referidas partes,
ou seja, “a submissão do epithymetikon
e do thymoeides
à medida imposta pelo logistikon”,
permitiria a felicidade humana, assim como definiria “a ‘virtude’
(arete),
isto é, o que é bom e beloii”.
Em outro momento, o filósofo entende que
“a alma
deverá [...] ser sábia, temperante, corajosa e justa”iii,
ou ainda, “a função
da alma é ser virtuosa e justa, de modo que, exercendo a virtude e a
justiça, ela obtém a felicidadeiv”.
Já
Aristóteles entendia que o ser humano só alcança sua finalidade
quando cumpre sua função virtuosa (atingindo a felicidade), o que
lhe é própria e o distingue dos demais seresv.
Em outras palavras, “o fim das atividades humanas e o bem que se
busca é a felicidadevi”.
Jonnefer Barbosa ressalta que
Aristóteles diferenciava três formas de vida (bios) qualificada: a
bíos theoretikos
“(relacionada à vida contemplativa do filósofo), a bíos
apolausticós (a vida
dedicada ao prazer) e principalmente uma bíos
políticos (uma vida
qualificada pelo agir político), espaço onde as ações poderiam
ser diferenciadas entre justas e injustas, virtuosas ou não
virtuosas”vii.
A partir dessa distinção, o Estagirita entendia que a felicidade
humana perfeita só poderia ser encontrada na contemplação da vida
(bíos theoretikos),
isto é, na vida contemplativa filosófica.
Zenão de Cítio, filósofo estoico,
entendia a apatia (ἀπαθῆ, apathê) como a ausência de
paixões perturbadoras, um estado alcançado através da razão e da
virtude. A “virtude e a sabedoria conduzem a uma vida em harmonia
com a natureza, onde a felicidade é um estado imperturbável e
autossuficiente, independentemente das circunstâncias externas”viii.
A paixão (πάθος, pathos) é tida como um movimento
irracional e oposta a natureza da alma, caracterizando-se como um
impulso excessivo. “As paixões, sendo irracionais, perturbam a
harmonia da alma, causando desequilíbrio e sofrimento. Assim, para
alcançar a eudaimonia [autorrealização
autêntica], é necessário que o indivíduo exerça a
apatheia, que é a liberdade das paixões”ix.
Epicuro considerava a felicidade como
sendo o maior bem, porém ela deveria estar em conformidade com o
prazer (hedonista). A doutrina epicurista fundamenta-se na concepção
materialista da realidade, segundo a qual o universo, incluindo a
alma, é constituído por átomos; além disso, não há nada para
além da morte. A vertente negativa da procura da felicidade implica
na libertação dos medos. A vertente positiva trata-se da economia
do prazer. Sendo assim, Epicuro propõe a sua doutrina do “cálculo
do prazer”. Em síntese, o “sentido da vida, para o epicurismo, é
a busca da felicidade, através do prazer moderado”x.
Durante a Baixa Idade Média, o
sentido da vida coletiva, a grosso modo, estava ligada a sucessão
pessoal de Cristo e a união mística com Deus. Assim, com a
declaração da vida eterna, o significado da vida na visão da Idade
Média residia na eterna ligação com o divinoxi.
Em Michel de Montaigne, o sentido da
vida residia na busca pela sabedoria e na aceitação serena da
morte, entendendo-a como parte integrante da existência. Ele
valoriza a experiência pessoal, o autoconhecimento e a vivência
plena do presente, sem se deixar dominar pelas preocupações com o
futuro ou o passado. “Dar sentido à vida significa
necessariamente viver com intensidade o tempo presente, tendo a
consciência de que é o concreto que temos e a certeza de que
passado e futuro são extremamente metafísicos para serem definidos
como certezas” (Amorim; Sganzerla, 2019, p. 6)xii.
Segundo Wander de Paula, no século
XVIII, alguns filósofos tentaram responder sobre o valor e o sentido
da vida. Immanuel Kant entendia que o valor da vida remetia ao bom
uso da razão, que garantiria a independência econômica, política
e moral do indivíduo. Tal valor seria medido de acordo com as
exigências que alguém faz. Já Goethe e Schiller perguntaram-se
sobre o sentido (Sinnfrage)
da vida. Fichte ligava o “objetivo” da vida na liberdade e na
prudência (Besonnenheit).
Em Feuerbach o sentido da vida remetia à sensualidade (Sinnlichkeit)
e em oposição ao além (Jenseits),
significando que “a vida se torna o critério principal na busca
humana pelos seus objetivos”xiii.
O tema do sentido da vida também foi
objeto de investigação filosófica com a tradição pessimista do
século XIX alemão. Destacam-se as análises de Arthur Schopenhauer
e Friedrich Nietzsche. Schopenhauer afirmou que não há uma
justificação para a existênciaxiv.
Porém, apesar do pessimismo, Schopenhauer entendia que havia uma
“ordenação moral de mundo” e um “significado moral da
existência”.
Liev Tolstói, atormentado por
problemas pessoais (morte do irmão e uma crise psicológica), passou
a buscar compreender o sentido da vida. Na obra A Morte de Ivan
Ilitch, Tolstói conclui que através “da vida vivida para se
enquadrar em ideais de ‘decência’, ou aceitação social,
perde-se o verdadeiro sentido e a razão para a existência”xv.
Diante da eminência da própria morte, Ivan vê ruir todas as
concepções e paradigmas que havia criado. Havia uma impessoalidade
que sempre circundou os pensamentos do personagem sobre a morte. Ivan
questiona: “A vida não pode ser assim sem sentido, asquerosa. E se
ela foi realmente tão asquerosa e sem sentido, neste caso, para quê
morrer, e ainda morrer sofrendo? Alguma coisa não está certa”.
Para Sören Kierkegaard, filósofo
dinamarquês, cada sujeito teria uma existência insubstituível
(concreta), pois cada indivíduo seria uma singularidade e suas
decisões influenciariam sua existência contingente. Dito de outro
modo, a existência real e concreta de uma pessoa estaria marcada
pelo contingente, ou seja,
as
ações e decisões do indivíduo o levariam para diferentes
situações, as quais poderiam beneficiá-lo ou prejudicá-lo. A
existência estaria relacionada à possibilidade, isto é, aquilo que
poderia ou não acontecer [contingência]. Em certa medida, a
existência seria um salto no escuro. […]. A existência seria
sempre um talvez, a iminência de um fracasso ou de um nadaxvi.
Essa
existência humana marcada pela contingência (permeado de
possibilidades e incertezas) geraria o sentimento de angústia. Logo,
a angústia seria um sentimento relacionado à liberdade, ou seja, à
possibilidade (ou obrigação, para Sartre) de escolher. Mesmo o
sujeito tendo responsabilidade sobre o que lhe aconteceria, não
seria capaz de controlar os fatos, pois o contingente é uma das
características de sua existênciaxvii.
Outro
sentimento da existência humana é o desespero, oriundo da
autorreflexão do indivíduo (olhar para si mesmo). “O eu seria uma
síntese instável que buscaria conciliar as necessidades finitas e
as infinitas, as temporais e as eternas, as corporais e as
intelectuais, as terrenas e as celestiais, mas seria incapaz de
fazê-lo”xviii.
Essa situação de impossibilidade, presente no centro da
constituição do eu ou do sujeito, causaria o desespero.
Edmund Husserl, formulador do
conceito de fenomenologia como uma investigação sistemática da
consciência, entendia que, na percepção de algo, a consciência dá
sentido à percepção, captando a sua essência. A consciência está
vinculada às experiências humanas e dá sentido às coisas. Dito de
outro modo, a consciência, mediada pela experiência humana, cria
sentido às coisasxix.
Contudo, a consciência não cria o sentido da vida de forma
arbitrária, mas sim através da intencionalidade, conferindo
significado ao mundo ao direcionar-se a objetos e experiências. A
intencionalidade, como essência ou propriedade essencial da
consciência, possibilita ao ser humano dar sentido a suas
experiênciasxx.
Martin Heidegger dedicou sua obra ao
estudo do sentido do ser. O ser poderia ser definido como aquilo que
permitiria a existência de
todas as coisas ou de todos os seres, ou seja, possibilitaria a
existência de todos os entes. O ser humano, entendido como ente,
pessoa, seria a possibilidade privilegiada de acesso ao sentido do ser,
pois constitui um ente que refletiria, pensaria, sentiria,
questionaria sobre o sentido do ser das coisas em geral. Por ter esse
modo de existir, o ser humano seria o ente que desvelaria o ser. A
partir dessa formulação, Hedegger chamou de Dasein
(ser-aí) o ser humano, que é um ente que se interroga. Cada pessoa
(ser-aí) só pode ser compreendida em sua relação com o mundo,
pois é um ser-no-mundo. O ente humano é um ser abertura, ou seja,
em conexão ativa com as coisas e os outros sres do mundo; é um ser
aberto para o mundo, que transcende em sua direção. Posto isso, a
constituição do ser-aí tem por base a relação de familiaridade
com o mundo e não pode se dissociar dela. O ser humano não nasce
pronto, vem a ser em sua relação com mundo e com as coisas do
mundo. Os sujeitos transformam o mundo, ao manipular os entes
(coisas) naturais, ao criar a cultura, e, principalmente, ao
estabelecer sentidos. “Sem o ser-aí não há sentido no mundo”
xxi.
Se
o ser humano não nasce pronto, é um projeto voltado para o mundo e
para as coisas. É um vir a ser que se projeta, transcendendo-se,
isto é, indo além do que é. O ser-aí constitui-se nesse
projetar-se ou transcender, transformando e utilizando as coisas do
mundo. Em outras palavras, o ser humano forma-se em sua relação com
as coisas do mundoxxii.
Nessa lógica, o estar do ser-aí
(ser humano) no mundo e sua transcendência para o mundo são outra
propriedade existencial. O ser-aí se forma e desenvolve sua
existência não somente na relação com as coisas, mas na relação
com as outras pessoas. Logo, o ser humano é um ser social, que cuida
das coisas e dos outros.
Porém, Heidegger ressalta que a
maioria das pessoas vive uma existência inautêntica, ou seja,
muitas pessoas se mantêm no plano factual, manipulando as coisas e
se relacionando com outros seres humanos superficialmente. Nesse
âmbito, não procuram o sentido do seu ser; fogem de si mesmos (de
seu ser). Vivendo de modo inautêntico, cada indivíduo seria um
anônimo no meio de outros anônimos, que somente reproduz o que os
outros dizem e fazem. Contrariamente, seria possível sublevar uma
existência autêntica, ou seja, uma vida na qual o ser-aí veria seu
próprio serxxiii.
Retomando Kierkegaard, Heidegger estabelece um novo significado para
o conceito de angústia, pois, o sentimento de angústia é uma
possibilidade privilegiada de abertura para o ser-aí encontrar o seu
próprio ser. Nesse sentido, a angústia é o sentimento de
estranhamento, diante do mundo cotidiano, do desenvolvimento
rotineiro da vida, diante da relação do ser-no-mundo com as coisas
e as outras pessoas. Estranhar o mundo é perceber que todos os entes
(coisas existentes) são indiferentes; é voltar-se para si, para o
próprio ser, refletir sobre o sentido da vida. O estranhamento
remove o indivíduo da cotidianidade, do anonimato, da reprodução
sem reflexão, levando-o para o interior de si mesmoxxiv.
Um outro viés para ativar a
autenticidade do ser humano, é a reflexão sobre a morte. Sobre
isso, Heidegger afirma que o indivíduo anônimo está destinado a
ocupar seu tempo com as preocupações e as ações ligadas ao
cotidiano. O cotidiano do ser-aí é uma fuga da morte. Porém, se o
ser-aí aceita o chamado de sua consciência para o sentido da morte
(cuja possibilidade isola-o dos outros entes e o confronta com seu
ser), pode-se redimensionar sua vida e viver autenticamente,
abandonando o universo cotidiano, ou seja, as distrações da
existência inautência, em segundo plano. Isso implica que, através
“da compreensão plena da sua finitude e da angústia que provoca
essa compreensão […] o indivíduo pode agir autenticamente,
buscando produzir mudanças no mundo e na sociedade”xxv.
Para Jean-Paul Sartre, a existência
humana precede a essência. Essa essência não é algo rígido e
pré-definido no nascimento, mas parte das ações do indivíduo e
das relações que ele estabelece com as coisas e as pessoas do
mundo. Nessa ocasião, o ser humano é responsável pelo que se
torna. Em outras palavras, o indivíduo está condenado a ser livre,
pois não está preso ou sentenciado por uma essência predeterminada
pela natureza ou por uma diretriz sobrenatural. O ser humano, ao
longo de sua existência, “procuraria vir a ser (tornar-se)
dirigindo-se para o mundo e para a sociedade, projetando-se para algo
que ainda não existiria. Assim, ele teria a liberdade para agir
sobre o mundo e se realizar”xxvi.
Partindo dessa concepção, Sartre
entende que o ser humano é livre para agir sobre o mundo se
realizar, tornando-se o que quiser. Se o sujeito ou a consciência
não é algo preestabelecido e se o existir humano é um processo que
não está predeterminado por algo exterior ou interior ao ser
humano, resta ao próprio indivíduo fazer-se, tornar-se pois ele é
o que faz de si. “O homem é livre para ser o que quiser. A
capacidade contínua de transcendência em direção às coisas e ao
nada, ao mundo e sua negação é, portanto, a liberdade,
característica central da existência humana”xxvii.
Logo, por não poder fugir de sua existência, o ser humano está
condenado a ser livre.
Albert Camus, questionando-se sobre o
sentido da vida, expôs na obra O mito de Sísifo
a seguinte reflexão:
Julgar
se a vida vale ou não vale a pena ser vivida é responder a pergunta
fundamental da filosofia. […]
Se
eu me pergunto por que julgo que tal questão é mais premente que
tal outra, respondo que é pelas ações a que ela se compromete. […]
Mas vejo, […] que muitas pessoas morrem porque consideram que a
vida não vale a pena ser vivida. Vejo outros que, paradoxalmente,
deixam-se matar pelas ideias ou ilusões que lhes dão uma razão de
viver […]. Julgo, então que o sentido da vida é a mais premente
das perguntasxxviii.
Camus, em sua filosofia, explorou a
noção de que a vida é intrinsecamente absurda, sem um significado
preestabelecido. Ele argumentou que o ser humano, com sua busca
incessante por sentido (aliada à incapacidade de encontrar um
propósito maior), confronta um universo silencioso e apático,
criando um conflito fundamental. Contudo, essa absurdez é um convite
à revolta e à aceitação, ou seja, à criação de significado e à
liberdade de viver de modo autênticoxxix.
Maurice Merleau-Ponty entende a
liberdade absoluta da consciência como produto de abstração. A
consciência é possível pois há um corpo que a sustenta e um undo
com coisas e pessoas para os quais ela se dirige. Em outras palavras,
“o indivíduo humano nasce em um mundo dado, entre coisas e
pessoas, independentemente de sua vontade. Mas, a partir de seu
nascimento, o ser humano pode exercer sua liberdadexxx”.
Tal liberdade não é absoluta, pois as decisões humanas não
realizadas por uma consciência isolada do mundo; porém, o mundo,
possibilita a liberdade, pois ele nunca está estabelecido, mas em
processo dinâmico de mudança e a consciência (o ser humano) está
sempre aberta às múltiplas possibilidades dele. Nas decisões, é
difícil distinguir entre o que é determinado plea situação e o
que é fruto da liberdade. O ser humano vive a liberdade, que, por
sua vez, liga-se ao existir fundamentado na realidade do corpo e do
mundo e na intencionalidade da consciência, que não é absoluta,
mas enredada na teia da existência humanaxxxi.
Carl Jung acreditava que o
significado da vida é descobrir e cumprir o propósito ou destino
único de alguém, o que ele chamou de individuação. Tal fato
envolve integrar todos os aspectos do self,
incluindo o inconsciente, e lutar pela totalidadexxxii.
Jung estabeleceu um paralelo entre o pensamento religioso (imago
Dei) com o sentido da vida.
Essa imago
manifestada pelo Self (arquétipo do divino) é a resposta ao anseio
que a alma tem pelo sentido da vidaxxxiii.
Viktor Frankl acreditava que o homem
possui a consciência de que a vida tem um sentido a ser realizado,
mesmo que no futuroxxxiv.
Na concepção de Frankl:
o
SV [sentida da vida] pode ser encontrado de diversas maneiras,
especialmente por meio de três experiências concretas: (1) valores
de criação: encontrar um trabalho ou atividade que exerça um papel
significativo para o mundo; (2) valores de experiência: experimentar
algo que possibilite a autotranscendência (exemplo: bondade,
compaixão, amor etc.); ou (3) valores de atitude: escolher as
atitudes diante do sofrimento inevitável e, se necessário,
modificar aspectos pessoais para enfrentar o momento. Logo, SV pode
variar ao longo da existência, conectando-se a diferentes objetos,
metas ou experiências em diferentes momentos da vida, sendo um
elemento central na constituição da saúde física e mental dos
indivíduosxxxv.
Concluindo, não é possível dar uma
resposta definitiva sobre o sentido ou a ausência de sentido da
vida. Porém, conforme foi visto ao longo do texto, existem
diferentes formas de conceber a vida e atribuí-la significados.
Bibliografia e notas:
iv Nóbrega,
JC da S.; Freitas, MB de S..; Bezerra Neto, F. das C.; Monteiro, A.
de OA.; Araújo, BS.; Barbosa de Lima, L.T. Felicidade em Platão
e Aristóteles. In: Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento,
[S. l.], v. 6, pp. 2, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i6.15620.
Disponível em:
<https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/15620>.
Acesso em: 21 mar. 2025.
v Nóbrega,
JC da S.; Freitas, MB de S..; Bezerra Neto, F. das C.; Monteiro, A.
de OA.; Araújo, BS.; Barbosa de Lima, L.T., ibidem, p. 5.
x Simões,
A.; Lima, M. P.; Vieira, C. M. C.; Oliveira, A. L.; Alcoforado, J.
L.; Nogueira, S. M. O Sentido da vida: Contexto ideológico e
abordagem empírica. Psychologica, Coimbra, Portugal, [S.
l.], n. 51, p. p. 101-130, 2009, p. 109-110. DOI:
10.14195/1647-8606_51_8. Disponível em:
<https://impactum-journals.uc.pt/psychologica/article/view/1647-8606_51_8>.
Acesso em: 11 ago. 2025.
xvi Melani,
Ricardo. Diálogo: primeiros estudos em filosofia. 2ª ed.
São Paulo: Moderna, 2016, p. 324-325.
xvii Idem,
ibidem, p. 325.
xviii Idem,
ibidem, p. 326.
xix
Idem, ibidem, p. 323. Husserl assimilou o conceito de
intencionalidade do padre e filósofo Franz Brentano.
xxi Idem,
ibidem, p. 328.
xxii Idem,
ibidem, p. 329.
xxiv Idem,
ibidem, p. 330.
xxvi Idem,
ibidem, p. 323.
xxvii Idem,
ibidem, p. 262.
xxx Melani,
ibidem, p. 263.
xxxiv Frankl,
Viktor. Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo.
Aparecida, SP: Editora Santuário, 1989, p. 28 apud CARNEIRO,
Cláudia; ABRITTA, Stella. Formas de existir: a busca de sentido
para a vida. In: Revista
da Abordagem Gestalt.,
Goiânia, v. 14, n. 2, p. 190-194, dez. 2008, p. 191. Disponível
em:
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-68672008000200006&lng=pt&nrm=iso>.
Acesso em: 26 mar. 2025.
xxxv Vieira,
G. P.; DIAS, A. C. G.. Sentido de vida: compreendendo este
desafiador campo de estudo. Psicologia USP, v. 32, p.
e200149, 2021.